Política



           Justiça condena "Mouras"  
   

Justiça devolve cargos aos 13 vereadores de Paulínia investigados por suposta troca de favores com prefeito

A 2ª Vara de Paulínia (SP) anulou nesta quinta-feira (1) a decisão do Câmara dos Vereadores que afastava os 13 parlamentares denunciados à Justiça por suposta troca de favores com o prefeito, Dixon Carvalho (PP). Eles também são alvo de Comissão Processante (CP) e cabe recurso à liminar.

O afastamento havia sido determinado em 26 de fevereiro, quando uma sessão extraordinária realizada com participação de 13 suplentes, conforme decisão da 1ª Vara, votou a denúncia feita por um morador ao Ministério Público contra os vereadores eleitos em 2016. Entretanto, durante os trabalhos, o Legislativo também deu aval para a substituição dos investigados por 90 dias.

Para a magistrada, os suplentes extrapolaram a lei aplicável ao caso e decisão judicial anterior. "Verifica-se que a decisão de afastamento dos vereadores denunciados extrapola as funções da Comissão Processante instaurada e não encontra previsão legal, de modo que deve ser anulada, restituindo-se-os aos mandatos para os quais foram eleitos", diz trecho da decisão.

A juíza frisou que os parlamentares não podem interferir nos trabalhos da CP e que todas as deliberações da mesa diretora composta pelos suplentes deve ser anulada.

Os vereadores que voltam aos cargos são: Danilo Barros (PR), Du Cazellato (PSDB), Edilsinho (PSDB), Fabia Ramalho (PMN), Fábio Valadão (PRTB), Flávio Xavier (PSDC), João Mota (PSC), Loira (PSDC), Manoel Filhos da Fruta (PCdoB), Marcelo D2 (PROS), Marquinho Fiorella (PSB), Xandynho Ferrari (PSD) e Zé Coco (PV). Foram excluídos da denúncia Kiko Meschiati (PRB) e Tiguila Paes (PPS).

A próxima sessão ordinária está marcada para 13 de março, informou a Câmara.

Sessão relâmpago

A única sessão ordinária realizada com participação dos suplentes durou 31 minutos, na terça-feira. Além da leitura e aprovação de ata da sessão extraordinária - que aprovou a abertura da CP - houve a formação de uma nova mesa diretora. Contudo, sem nenhuma manifestação dos parlamentares, a reunião foi encurtada com o pedido de retirada dos itens da pauta.

kiko Meschiati é o presidente da camara

 
   

 

vereadores aprovam comissão para investigar vice- prefeito de Paulínia

 


 

A Câmara de Paulínia (SP) aprovou na sessão desta quinta-feira (15) a abertura de uma Comissão Processante (CP) para investigar o vice-prefeito, Sandro Caprino (PRB), por suspeita de improbidade administrativa, desvio de função e quebra de decoro. Ele nega irregularidades e cita que há uma "guerra política" na cidade.

 

Sem discussãoem plenário, 11 dos 15 parlamentares votaram a favor da apuração sobre a denúncia de 95 páginas contra Caprino. Ela foi feita por Márcio Rosa Santos, assessor de políticas públicas e com atuação vinculada ao gabinete do vice-prefeito desde junho do ano passado.

 

As três abstenções foram de Paes, Meschiati e Manoel Filhos da Fruta (PCdoB). O presidente do Legislativo, Du Cazellato (PSDB), só votaria caso houvesse empate.

 

Otexto lido em plenário, o relatório  aponta  o vice-prefeito não estaria desempenhando as atividades do cargo e há oito meses recebe R$ 7,7 mil por mês sem ir ao Paço. Antes da leitura da denúncia, uma pessoa chegou a ser retirada da Casa pela Guarda, após parlamentares reclamarem de ofensas.

"Com o rompimento político entre o vice-prefeito e o prefeito Dixon Carvalho, e com minha nomeação, o vice-prefeito parou completamente de exercer atividades e atribuições", diz a denúncia. Santos solicita que Caprino seja afastado do cargo, tenha direitos políticos cassados e que uma ação seja proposta pela Procuradoria para reaver o valor pago ao vice no período contestado.

De acordo com o Legislativo, a CP será integrada pelos parlamentares Fábio Valadão (PRTB), que será presidente; Loira (PSDC), secretário; e Xandynho Ferrari (PSD), como relator. A expectativa é de que eles apresentem um relatório sobre o caso em até 90 dias, para nova votação em plenário.

 

'Luto contra corrupção'

 



 

vJuiz afasta 13 vereadores de Paulínia e determina
 nova votação sobre denúncias contra parlamentares e Dixon

 

13 vereadores afastados - quem entra e quem sai ?



 

Câmara de Paulínia fecha 2017 como a pior da RMC

 

  Resultado de imagem para camara de paulinia fecha 2017 como a pior da regiao  

 

 

Satisfação com setor analisado pela Indsat caiu duas vezes consecutivas e foi mal avaliado por 44% dos entrevistados

A Câmara Municipal de Paulínia encerrou 2017 na última colocação do ranking entre as 15 maiores cidades da Região Metropolitana de Campinas. Com 44% de reprovação, a cidade foi a única a receber Baixo Grau de Satisfação de acordo com a metodologia Indsat. A pesquisa foi realizada no 4º trimestre.

A última colocada está atrás de Campinas e Sumaré, cidades que se mantêm no final da lista geral desde o 2º trimestre de 2017. A Câmara de Paulínia obteve sua segunda queda consecutiva e obteve o menor índice já registrado pela metodologia da Indsat.

Do total de entrevistados, 44% consideram a Câmara como “regular”. Com os resultados obtidos, a pontuação total da Câmara de Paulínia foi de 480 pontos, 11 a menos que no 3º trimestre. No 2º trimestre de 2017, esse número chegou a 509 pontos.

Após duas quedas consecutivas no índice de satisfação, a expectativa para 2018 não são das melhores. Já no início do ano, o Ministério Público pediu o afastamento de 13 vereadores por um suposto envolvimento em esquemas de corrupção juntamente com o prefeito Dixon Carvalho (PP).

As demais cidades estudadas receberam Grau Médio de Satisfação. A líder do grupo Indaiatuba fechou o 4º trimestre com 619 pontos e 36% de aprovação. Artur Nogueira foi a última cidade a receber mais de 600 pontos.

Em nota, a Câmara de Paulínia ressaltou que tem buscado proximidade com a população, criando novos canais de comunicação. O Legislativo afirmou ainda que, em 2017, os vereadores produziram 1252 Indicações, 109 Moções, 575 Requerimentos e 193 Projetos foram analisados pela Casa de Leis.

 

Cosmópolis e Itatiba apresentaram evolução

Em comparação ao 3º trimestre, Cosmópolis subiu seis colocações no ranking. Nesse período, a cidade conquistou 17% de aprovação. No último levantamento do ano, as avaliações positivas chegaram a 29%.

Itatiba também demonstrou evolução no ranking. A cidade obteve 21 pontos a mais que no 3º trimestre e encerrou 2017 na 2ª posição, com 33% de “ótimo” e “bom”. O município era apenas o 6º colocado no levantamento anterior.

Cinco municípios caíram no ranking

Santa Bárbara d’Oeste e Campinas, no entanto, tiveram queda no ranking. A cidade barbarense era a 5ª colocada no 3º trimestre, mas fechou o ano na 8ª posição. Já Campinas passou da 9ª posição para a 13ª colocação no final de 2017. Monte Mor também registrou uma queda de duas posições. A 4ª colocada Jaguariúna era a vice-líder do ranking no 3º trimestre. Já a 5ª colocação é ocupada por Nova Odessa, que estava em 4º lugar no trimestre passado.

 

 

Política

 
   
Mais uma vez o Legislativo paulinense reconheceu
o nosso trabalho e não compactuou com ações que
 tentam, sistematicamente, desestabilizar o nosso governo.
Nossos opositores precisam aceitar o resultado das urnas, em que a população de Paulínia nos elegeu democraticamente. Em três anos, haverá eleições
e quem quiser poderá disputa-la. É preciso respeitar o desejo da população de uma cidade que cansou dos desmandos e das discutíveis administrações de meus antecessores. Espero que com mais essa derrota, as pessoas que tentam atrapalhar nossa administração
 aceitem que foram derrotadas não no dia de hoje, mas em outubro de 2016, e nos deixem, definitivamente, trabalharmos em paz.